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29 setembro 2026

A história do mercado de domínios no Brasil

Tudo começou antes mesmo de a internet comercial existir por aqui. O protagonista inicial não foi uma empresa privada, mas a comunidade acadêmica brasileira, especialmente a FAPESP.

Em 18 de abril de 1989, Jon Postel, então responsável pela coordenação dos domínios de primeiro nível da Internet, delegou o .br ao grupo que trabalhava com redes acadêmicas na FAPESP. Naquele momento, a Internet ainda não havia chegado oficialmente ao Brasil. O .br era utilizado para identificar máquinas de instituições acadêmicas conectadas a redes como BITNET, HEPnet e UUCP. Os poucos registros existentes eram feitos manualmente.

Em 1991, o Brasil passou a ter conexão permanente com a Internet. Nesse período foi estruturada a hierarquia de nomes do .br, surgindo categorias como com.br, gov.br, org.br, net.br e mil.br. A ideia de separar os nomes por finalidade já fazia parte da arquitetura brasileira desde os primeiros anos.

A verdadeira transformação começou entre 1994 e 1995, quando a Internet começou a deixar o ambiente exclusivamente acadêmico e ganhar caráter comercial. A Embratel teve papel importante nesse processo. No final de 1994, lançou uma iniciativa de acesso comercial à Internet e, em abril de 1995, já havia empresas utilizando a estrutura experimental da companhia.

Em 31 de maio de 1995 foi criado o Comitê Gestor da Internet no Brasil, o CGI.br, por meio da Portaria Interministerial nº 147. O novo órgão passou a coordenar, entre outras coisas, o sistema de nomes de domínio .br, enquanto a operação continuava sendo executada pela equipe da FAPESP.

E então veio um dos momentos mais importantes da história dos domínios brasileiros.

Em 17 de agosto de 1995, segundo registros históricos do CGI.br e relatos de Demi Getschko, foi registrado o primeiro domínio comercial brasileiro: cemig.com.br, da Companhia Energética de Minas Gerais.

Na época, domínio ainda não era tratado como um ativo digital da maneira como conhecemos hoje. Era principalmente uma identificação técnica necessária para empresas que começavam a entrar na Internet.

Mas a demanda cresceu rapidamente. Em janeiro de 1996 existiam 851 domínios registrados desde 1989. Em dezembro daquele mesmo ano, o número já havia ultrapassado 7.500. O registro manual já não era suficiente e o sistema começou a ser automatizado. Foi também nessa fase que começaram a aparecer os primeiros intermediários comerciais. Provedores de acesso e empresas especializadas passaram a oferecer registro de domínio junto com hospedagem, e-mail e criação de sites. Empresas como UOL, Mandic e Zaz estavam entre os provedores que ajudavam empresas e usuários a colocar seus sites no ar. O Registro.br e a FAPESP, por sua vez, permaneciam no centro da infraestrutura de registro dos domínios brasileiros.

Em 1996 surgiu a primeira regulamentação específica para o registro de domínios no Brasil, com o Ato Normativo nº 1 do CGI.br.

Em 1997 aconteceu outra mudança fundamental: o registro deixou de ser gratuito. O CGI.br decidiu cobrar pelo serviço para torná-lo autossustentável. Naquele momento, a cobrança era de R$ 50 pelo registro e R$ 50 por ano para manutenção.

Também havia fortes restrições. Inicialmente, o sistema permitia apenas um domínio por CNPJ. A lógica era, entre outras coisas, evitar o registro especulativo de nomes e o chamado cybersquatting. Em junho de 1997, o limite passou para dez domínios por CNPJ. Curiosamente, 1997 também foi o ano em que surgiram várias novas categorias brasileiras, como art.br, esp.br, ind.br, inf.br, psi.br, rec.br, etc.br e tmp.br.

O Brasil estava criando uma arquitetura própria de domínios, muito mais segmentada do que simplesmente oferecer o .com.br. A automatização mudou completamente a escala do mercado. O número de domínios saltou de aproximadamente 7.500 no final de 1996 para dezenas de milhares nos anos seguintes. Em janeiro de 1999, o Brasil já ultrapassava 70 mil domínios registrados.

No final dos anos 1990, a Internet brasileira entrou definitivamente na era comercial. Empresas e provedores passaram a oferecer registro de domínios, hospedagem, e-mail e desenvolvimento de websites para uma quantidade cada vez maior de clientes.

Em 1999, o sistema de registro já gerava recursos suficientes para produzir superávit, que posteriormente ajudaria a financiar iniciativas relacionadas à infraestrutura e ao desenvolvimento da Internet brasileira.

Em 2005 foi criado o NIC.br, que passou a concentrar a execução de diversas atividades relacionadas à Internet brasileira. O Registro.br tornou-se o departamento responsável pelo registro e manutenção dos domínios .br.

Em 2006, aproximadamente dez anos depois da grande expansão iniciada em 1996, o .br atingiu a marca de 1 milhão de domínios.

Em 2010
chegou a 2 milhões.

Em 2012
passou dos 3 milhões.

Em 2018, acrescentou mais 1 milhão de registros.

Mas talvez o aspecto mais interessante dessa história seja outro. O mercado brasileiro de domínios não nasceu propriamente como um mercado de ativos. Ele nasceu como infraestrutura técnica. No começo, um domínio era apenas uma maneira de identificar uma máquina ou uma instituição na rede. Depois passou a ser o endereço de uma empresa. Em seguida tornou-se parte da identidade de uma marca.

E, com a popularização da Internet, algumas pessoas começaram a perceber algo que hoje parece óbvio: determinados nomes digitais são escassos, memoráveis e podem ter valor econômico independentemente do website que estiver funcionando neles. É aí que começa uma outra história: a transformação do domínio de simples endereço técnico em ativo digital, marca, propriedade intelectual e, em alguns casos, objeto de negociação e especulação. Essa evolução ajuda a entender por que determinados nomes registrados há décadas podem valer muito mais hoje do que custavam quando foram originalmente registrados.

A história do mercado de domínios brasileiro, portanto, acompanha a própria evolução da Internet no país: de uma infraestrutura acadêmica restrita a uma gigantesca economia digital na qual um nome curto, memorável e estratégico pode se tornar um ativo valioso.

24 setembro 2026

Cuidado com cobranças indevidas relacionadas ao Registro.br

Se você possui um domínio com final .br, fique atento(a) às cobranças que recebe por e-mail, carta ou outros meios de contato.

Algumas empresas que realizam cobranças enganosas enviam cobranças fazendo referência ao nome Registro.br ou apresentando informações relacionadas ao seu domínio, o que pode causar a impressão de que aquele pagamento é obrigatório para manter ou renovar o seu endereço na internet.

Antes de realizar qualquer pagamento, pare e confira atentamente a origem da cobrança.

Receber uma cobrança com informações sobre o seu domínio não significa necessariamente que você tenha contratado aquele serviço ou que o pagamento seja obrigatório para continuar utilizando seu domínio .br.

O próprio Registro.br alerta sobre esse tipo de situação e disponibiliza orientações para ajudar os titulares de domínios a identificar possíveis cobranças indevidas.

Confira o alerta oficial do Registro.br e saiba como se proteger >


03 setembro 2026

R$40,00 - uma pizza ou um domínio?


Registrar um domínio .br custa R$40,00 por ano, o valor de uma pizza. Enquanto a pizza é consumida em 30 minutos, o domínio permanece ativo por 12 meses inteiros, funcionando como um ativo digital acessível, estratégico e duradouro para qualquer negócio ou projeto pessoal. Você não investiria R$40,00 em um nome de domínio? Sério? (sugestão: compre um domínio e uma pizza para comemorar)

Mais >

08 julho 2026

IPv4 e IPv6: entenda as diferenças entre os dois protocolos de internet

Se você já configurou um servidor, registrou um domínio ou acessou o painel de hospedagem de um website, provavelmente encontrou os termos IPv4 e IPv6. Embora pareçam apenas códigos técnicos, eles são fundamentais para o funcionamento da internet.

Mas afinal, qual é a diferença entre eles? Será que um substitui o outro? E por que ainda existem os dois? O que é um endereço IP? Antes de falar sobre IPv4 e IPv6, é importante entender o que é um endereço IP.

Todo dispositivo conectado à internet precisa de um identificador único para enviar e receber informações. Esse identificador é chamado de endereço IP (Internet Protocol).

É como o endereço de uma casa. Quando alguém envia uma carta, os Correios precisam saber exatamente para onde ela deve ser entregue. Da mesma forma, quando você acessa um website ou envia uma mensagem pela internet, os dados precisam saber para qual dispositivo devem ir. O endereço IP cumpre exatamente essa função.

O que é IPv4?

O IPv4 é a quarta versão do Protocolo de Internet e foi desenvolvido na década de 1980. Durante muitos anos, ele foi suficiente para atender toda a internet. Os endereços IPv4 são formados por quatro grupos de números separados por pontos.

Exemplos:

192.168.1.1

8.8.8.8

203.0.113.45

Cada grupo pode variar de 0 a 255.

O problema é que o IPv4 possui uma quantidade limitada de endereços. Embora pareça um número enorme, ele permite aproximadamente 4,3 bilhões de combinações. Na época em que foi criado, isso parecia praticamente infinito. Hoje, com bilhões de computadores, celulares, televisores, câmeras, relógios inteligentes e outros dispositivos conectados à internet, esse espaço se tornou insuficiente.

O que é IPv6?

O IPv6 foi criado justamente para resolver essa limitação. Ele utiliza um formato completamente diferente, baseado em números hexadecimais separados por dois pontos.

Um exemplo é:

2001:0db8:85a3:0000:0000:8a2e:0370:7334

À primeira vista, esse formato parece muito mais complicado, mas ele oferece uma quantidade gigantesca de endereços disponíveis.

Para se ter uma ideia, enquanto o IPv4 suporta cerca de 4,3 bilhões de endereços, o IPv6 permite aproximadamente 340 undecilhões de combinações. É um número tão grande que, na prática, é considerado praticamente inesgotável para as necessidades atuais e futuras da internet.

Por que ainda usamos IPv4?

Uma dúvida muito comum é: se o IPv6 é melhor, por que o IPv4 ainda existe? A resposta é simples: a internet não pode ser substituída de uma só vez. Milhões de equipamentos, sistemas, provedores, servidores e roteadores foram construídos utilizando IPv4. A mudança para IPv6 acontece de forma gradual e vem ocorrendo há muitos anos. Hoje, muitos websites e serviços funcionam simultaneamente com IPv4 e IPv6 para garantir compatibilidade com todos os usuários.

Principais diferenças entre IPv4 e IPv6

Quantidade de endereços: o IPv4 possui um número limitado de endereços disponíveis. O IPv6 foi criado com uma capacidade extremamente maior, suficiente para atender o crescimento da internet por muitas décadas.

Formato: o IPv4 utiliza quatro grupos de números separados por pontos.

Exemplo:

192.168.0.1

O IPv6 utiliza oito grupos de caracteres hexadecimais separados por dois pontos.

Exemplo:

2001:db8::1

Desempenho: o IPv6 foi desenvolvido com diversas melhorias técnicas que tornam o roteamento mais eficiente e simplificam algumas operações da rede.

Segurança: embora tanto o IPv4 quanto o IPv6 possam utilizar recursos de segurança, o IPv6 foi projetado considerando mecanismos modernos de proteção, facilitando a implementação de conexões mais seguras.

Expansão da internet: o IPv6 foi criado pensando no crescimento contínuo da internet, permitindo que cada dispositivo possa ter seu próprio endereço público sem depender das limitações existentes no IPv4.

O IPv6 é mais rápido? Nem sempre. Muitas pessoas acreditam que apenas utilizar IPv6 torna a conexão mais veloz, mas isso depende de vários fatores, como o provedor de internet, a infraestrutura da rede, o servidor acessado e a qualidade do roteamento. Em alguns casos o IPv6 pode oferecer melhor desempenho. Em outros, a diferença será praticamente imperceptível.

Quem possui um website precisa se preocupar? Se você administra um website, vale a pena verificar se sua hospedagem oferece suporte ao IPv6. Atualmente, muitos provedores já disponibilizam endereços IPv6 juntamente com os tradicionais IPv4. Isso aumenta a compatibilidade com redes modernas e prepara o website para o futuro da internet. Na maioria dos casos, a configuração é simples e pode ser feita por meio de um registro AAAA no DNS, enquanto o registro A continua sendo utilizado para o IPv4.

Hoje, os dois protocolos convivem lado a lado. Enquanto o IPv4 garante compatibilidade com sistemas antigos, o IPv6 oferece espaço suficiente para a expansão da internet e traz melhorias importantes para as redes modernas.

A tendência é que, com o passar dos anos, o IPv6 se torne cada vez mais presente. Por isso, entender a diferença entre os dois protocolos é importante para qualquer pessoa que trabalhe com websites, servidores, hospedagem ou administração de domínios.

 

05 julho 2026

Registro DNS e Registro DS: qual é a diferença e por que isso importa?

 Ao administrar um domínio, é comum encontrar diversos termos técnicos que podem causar confusão. Dois deles são o Registro DNS e o Registro DS. Como os nomes são parecidos, muitas pessoas acreditam que se trata da mesma coisa ou de configurações relacionadas diretamente. Na prática, porém, eles têm funções completamente diferentes.

Entender essa diferença ajuda a evitar erros na configuração do domínio e também a compreender melhor como funciona a segurança na internet.

O que é um Registro DNS?

O DNS pode ser comparado a uma lista telefônica da internet. Em vez de decorar números de IP, como 192.0.2.1, você digita um endereço como exemplo.com.br e o sistema encontra automaticamente o servidor correto.

Os registros DNS são justamente as informações armazenadas nessa "lista". Eles dizem para onde o domínio deve apontar e como cada serviço deve funcionar.

Entre os registros mais conhecidos estão:

. Registro A: aponta o domínio para um endereço IPv4.

. Registro AAAA: aponta para um endereço IPv6.

. Registro CNAME: cria um apelido para outro domínio.

. Registro MX: informa quais servidores recebem os e-mails do domínio.

. Registro TXT: armazena informações de verificação, autenticação e outras configurações.

Sempre que você cria um site, configura um e-mail profissional ou utiliza algum serviço ligado ao domínio, está trabalhando com registros DNS.

O que é um Registro DS?

O Registro DS tem uma finalidade completamente diferente. Ele não serve para direcionar o site, nem os e-mails, nem qualquer outro serviço.

Sua função é aumentar a segurança do domínio por meio de uma tecnologia chamada DNSSEC (Domain Name System Security Extensions).

O DNS tradicional foi criado em uma época em que a internet era muito menor e a segurança não era uma preocupação tão grande. Com o passar dos anos, surgiram ataques capazes de enganar computadores e direcionar usuários para sites falsos.

O DNSSEC foi desenvolvido para reduzir esse risco.

É nesse processo que entra o Registro DS.

Ele funciona como uma espécie de elo de confiança entre o domínio e a autoridade responsável por ele. Quando um computador consulta um domínio protegido por DNSSEC, o Registro DS ajuda a verificar que as informações recebidas realmente vieram da fonte correta e não foram modificadas durante o caminho.

Uma forma simples de entender:

Imagine que o DNS seja uma placa indicando o caminho para uma cidade.

O Registro DNS é a placa que informa qual estrada você deve seguir.

O Registro DS é como um selo oficial que garante que aquela placa foi colocada pela autoridade responsável e não por alguém tentando enganar os motoristas.

Assim, um registro indica o destino, enquanto o outro ajuda a confirmar que essa indicação é verdadeira.

Quando o Registro DS é necessário?

A maioria dos proprietários de domínios nunca precisará criar um Registro DS manualmente.

Ele só é utilizado quando o domínio está configurado para usar DNSSEC. Nesse caso, normalmente o provedor de DNS informa o valor que deve ser cadastrado junto ao registro do domínio.

Se o Registro DS estiver configurado incorretamente, o efeito pode ser o oposto do esperado: o domínio pode deixar de responder para parte dos usuários, mesmo que todas as configurações DNS estejam corretas.

Embora os nomes sejam semelhantes, Registro DNS e Registro DS desempenham papéis completamente diferentes. O primeiro é responsável pelo funcionamento do domínio e dos serviços associados. O segundo existe para aumentar a segurança das consultas DNS por meio do DNSSEC.

Na maioria das situações do dia a dia, você irá trabalhar apenas com os registros DNS tradicionais. Já o Registro DS entra em cena quando há necessidade de implementar uma camada adicional de proteção contra fraudes e adulteração das informações do domínio.

01 julho 2026

Flip e Valuation

No mercado de domínios, é comum ver duas coisas sendo confundidas o tempo todo: valuation e preço de revenda. Embora pareçam a mesma ideia, na prática elas funcionam de maneiras bem diferentes e podem levar a interpretações bem distorcidas quando alguém está começando a investir ou fazer flip de domínios.

Valuation é, basicamente, uma estimativa automática ou semi-automática de valor. Ela costuma vir de algoritmos que analisam palavras do domínio, extensão, popularidade de termos na internet, histórico de buscas e outros sinais indiretos. O problema é que esses sistemas não sabem se existe alguém disposto a comprar aquilo hoje, nem em que contexto aquele nome poderia realmente ser usado como marca. Por isso, valuations podem variar de valores modestos até números extremamente altos, muitas vezes mais próximos de uma projeção teórica do que de uma realidade de mercado.

Já o preço de flip é outra história. Ele depende de algo bem mais simples e ao mesmo tempo mais difícil: alguém específico querendo comprar. No flip de domínios, o valor real só aparece quando há interesse concreto de um comprador final ou de outro investidor. Isso significa que um domínio pode ter um valuation alto, mas não ter liquidez nenhuma, enquanto outro com valuation baixo pode vender rapidamente porque encaixa perfeitamente em uma marca ou projeto real. Essa diferença fica ainda mais clara quando observamos domínios relacionados a nichos fortes ou expressões de marca. Muitas vezes, o sistema de avaliação “enxerga” potencial de branding e infla o valor estimado. Porém, no mercado real, o que sustenta preços altos de forma consistente é raridade, simplicidade, facilidade de memorização e demanda comercial clara.

No flip, o investidor experiente não se guia pelo número exibido em uma ferramenta, mas sim por critérios como: quantas empresas poderiam usar aquele nome, se ele funciona bem como marca global, se é fácil de pronunciar, e se há extensões alternativas disponíveis que não prejudiquem a percepção de valor. Outro ponto importante é que extensões modernas podem ser boas oportunidades de revenda, mas ainda assim o mercado tende a ser mais conservador. O comprador final muitas vezes compara com a versão mais óbvia do nome e isso influencia diretamente o teto de preço percebido.

Valuation é uma referência inicial, quase uma curiosidade. Flip é execução, timing e leitura de mercado. Quem mistura os dois acaba superestimando ativos ou deixando oportunidades passarem. Quem entende a diferença começa a enxergar domínios menos como “números” e mais como potenciais marcas esperando o contexto certo para ganhar valor real.